Mar 09
Mon, 09 Mar 2026 at 04:23 PM 0
Confusão em torno das sentenças de Nicolas Sarkozy: o tribunal rejeita o pedido do ex-presidente em relação aos casos Bismuto e Bygmalion.
Em fevereiro passado, Nicolas Sarkozy solicitou que sua pena de prisão suspensa de seis meses no caso Bygmalion fosse considerada cumprida, visto que ele usou uma tornozeleira eletrônica entre fevereiro e maio de 2025 no caso Bismuth. Esse pedido foi negado. O tribunal decidiu nesta segunda-feira, 9 de março, sobre o pedido de unificação das penas de Nicolas Sarkozy nos casos Bismuth e Bygmalion. O pedido do ex-presidente foi rejeitado pelo tribunal, segundo apurou a BFMTV com uma fonte próxima ao caso. Na segunda-feira, 23 de fevereiro, durante uma audiência fechada, o ex-chefe de Estado solicitou que sua pena de prisão de seis meses, que poderia ser cumprida sob regimes alternativos, no caso Bygmalion fosse considerada cumprida devido ao uso de tornozeleira eletrônica no ano passado no caso Bismuth. A unificação das penas está prevista no Artigo 132-4 do Código Penal. Tal pedido só é possível se os processos forem separados, os crimes cometidos simultaneamente — ou seja, sucessivamente antes de uma condenação definitiva — e as sentenças da mesma natureza já tiverem transitado em julgado. O julgamento de apelação por financiamento líbio começa em breve. Nicolas Sarkozy agora tem a opção de recorrer desta decisão. Seu advogado se recusou a comentar imediatamente, assim como seus assessores, contatados pela BFMTV. Mas, nesta fase, o tribunal considera que ele deve cumprir sua pena de prisão suspensa de seis meses, que pode ser cumprida em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, imposta após sua condenação por financiamento ilegal de campanha. Neste caso, Nicolas Sarkozy foi condenado por permitir que suas finanças de campanha saíssem do controle em 2012, com um sistema de dupla cobrança implementado pela agência Bygmalion, que deu nome ao caso. Como lembrete, a partir de segunda-feira, 16 de março, o ex-presidente será julgado novamente em apelação no caso referente ao suposto financiamento líbio de sua campanha de 2007.
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