O embaixador israelense na França afirma que o novo líder supremo iraniano deve mudar "fundamentalmente" o regime ou corre o risco de ser "eliminado".
Mar 10
Tue, 10 Mar 2026 at 11:24 AM 0

O embaixador israelense na França afirma que o novo líder supremo iraniano deve mudar "fundamentalmente" o regime ou corre o risco de ser "eliminado".

O embaixador israelense na França, Joshua Zarka, declarou à BFMTV-RMC que o novo Líder Supremo deve mudar o regime "fundamentalmente", ou corre o risco de ser "eliminado" como seu pai. Joshua Zarka, embaixador de Israel na França, afirmou nesta terça-feira, 10 de março, à BFMTV-RMC, que o objetivo da guerra contra o Irã é que o regime mude "fundamentalmente", concordando em "viver em paz" com Israel e seus vizinhos. "Todas as camadas superiores da liderança deste regime caíram, foram eliminadas. Mojtaba (Khamenei), filho do Líder Supremo anterior, não é quem os iranianos queriam como sucessor", declarou o embaixador.

Ameaças contra Mojtaba Khamenei

"Se ele continuar seguindo a mesma linha de seu pai, também estará na lista daqueles que devem ser eliminados", continuou, especificando que o chefe de gabinete de Mojtaba Khamenei já havia sido "eliminado" antes da nomeação do novo líder supremo.

Enquanto Donald Trump declarava que o conflito "em breve terminaria", o embaixador israelense na França confirmou que os combates deveriam durar "algumas semanas", no máximo. "Não posso dizer exatamente quantas semanas, mas estamos adiantados em relação aos nossos objetivos de guerra", afirmou. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, por sua vez, declarou na terça-feira que seu país estava preparado para lutar "pelo tempo que fosse necessário" contra os Estados Unidos e Israel. Ele acrescentou que as negociações com Washington "não estão mais na agenda". A Guarda Revolucionária do Irã declarou na segunda-feira, em resposta às declarações de Donald Trump, que "decidirá o fim da guerra". O Ministério da Saúde iraniano indicou na segunda-feira que mais de 1.200 pessoas foram mortas, incluindo aproximadamente 200 mulheres e 200 crianças menores de 12 anos, e que mais de 10.000 civis ficaram feridos nos ataques aéreos israelenses e americanos. A ONG americana Human Rights Activists News Agency (HRANA) relatou na segunda-feira pelo menos 1.708 mortes, incluindo 1.205 civis — entre eles pelo menos 194 crianças —, além de 187 militares e 316 pessoas cuja situação não foi especificada.

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